
Disputa ao Palácio do Planalto
O pré-candidato à Presidência do PSDB, José Serra, afirmou que a criação de um novo ministério não irá provocar inchaço no estado. O tucano prometeu criar o Ministério da Segurança Pública e também dos Deficientes. Em Minas Gerais, Serra argumentou que outras pastas serão extintas como o Ministério de Assuntos Estratégicos e o Ministério dos Portos. Na viagem a Uberlândia, José Serra estava acompanhado do ex-governador mineiro Aécio Neves, que lamentou a saída do deputado Ciro Gomes (PSB) da corrida presidencial.
Em visita ao Brasil, o presidente da Venezuela, Hugo Chavez, reiterou apoio a candidata do PT Dilma Rousseff. Ele ressaltou que não queria se meter nos assuntos internos do Brasil, mas afirmou que seu coração está com Dilma. O venezuelano não quis comentar uma eventual vitória de Serra
Congresso empurra com a barriga(parte 1)
A Câmara dos Deputados adiou para próxima semana a votação das emendas ao projeto Ficha Limpa. O acordo feito durante reunião de líderes, no inicio do mês, não foi suficiente para garantir que a Comissão de Constituição e Justiça votasse nesta quarta-feira. Um pedido de vista adiou a decisão. Mas um requerimento de urgência assinado por lideres partidários garantirá a votação direto em plenário. O prazo dado pelo presidente da Câmara, Michel Temer, para votação na Comissão termina nesta quinta-feira. Agora, com o pedido de urgência, cabe a ele marcar a sessão em plenário que vai analisar as emenda da Comissão e votar em dois turnos.
Congresso empurra com a barriga(parte 2)
A base governista da Câmara conseguiu, mais uma vez, adiar a votação da medida provisória que prevê reajuste as aposentadorias acima de um salário mínimo. A votação no plenário foi remarcada para próxima semana. O avanço nas negociações emperra na própria base governista, tanto na Câmara quanto no Senado. Rebelado, parte do grupo defende o aumento de 7% e a outra no valor de 7,7%. O governo luta para que os parlamentares entrem em acordo no valor de 7% nas duas Casas. Nos bastidores, deputados e senadores suspeitam que o governo deixe a medida provisória perder sua validade no dia 1º de junho. Sem a votação na MP, o presidente editaria uma nova medida com um novo índice. Neste caso, a votação ficaria para depois das eleições.
Wallison Ramon

Infelizmente não é mais novidade vermos o Congresso empurrando assuntos importantes com a barriga, mas falar não adianta, é hora do povo agir.
ResponderExcluirOiiiiiieeeeeeeee....o blog ta maravilhoso! Nada como estamos bem informados, né mesmo?? Parabêns....Ta lindão!!!
ResponderExcluirBjãoooooooooo....
Josie***